De acordo com especialistas , a escola precisa encarar com seriedade as agressões entre os alunos. O cyberbullying não pode ser visto como uma brincadeira de criança. A busca pela solução ou pela prevenção inclui reunir todos- equipe pedagógica, pais e alunos que estão ou não envolvidos diretamente- e garantir que tomem consciência de que existe um problema e não se pode ficar omisso. Veja a seguir, ações ao alcance das escolas.
Como prevenir:
- Ensinar a olhar para o outro criar relacionamento saudáveis, em que os colegas tolerem as diferenças e tenham senso de proteção coletiva e lealdade. É preciso desenvolver no grupo a capacidade de se preocupar com o outro, construindo uma imagem positiva de si mesmo e de quem está em torno.
- Deixar a turma falar num ambiente equilibrado, o professor forma vínculos estreitos com os estudantes, que mostram o que os deixa descontentes e são, de fato, reconhecidos quando estão sofrendo- o que é diferente de achar que não há motivo para se chatear.
- Dar o exemplo se a equipe da escola age com violência e autoritarismo, os jovens aprendem que gritos e indiferença são formas normais de enfrentar insatisfações. Os professores são sempre modelos.
- Mostrar os limites é essencial estabelecer normas e justificar por que devem ser seguidas. Às vezes , por medo de ser rígidos demais, os educadores deixam os adolescentes soltos. Mas deixam os adolescentes soltos. Mas eles nem sempre sabem o que é melhor fazer e precisam de um norte.
- Alertar para os riscos da tecnologia o aluno deve estar ciente da necessidade de limitar a divulgação de dados pessoais nos sites de relacionamento, o tempo de uso do computador e os conteúdos acessados. Quanto menos exposição da intimidade e menor o número de relações virtuais, mais seguro ele estará.
SANTOMAURO, Beatriz. Violência Virtual. Nova escola.junho/julho de 2010 p.72
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